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Muito provavelmente, em seu âmbito de trabalho há alguns alunos com dificuldades de leitura e escrita, certo? A verdade é que a falta de alfabetização é algo bastante comum em nosso país: em 2019, o Brasil tinha 11 milhões de analfabetos, segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio).

Mas, quais técnicas podem ser usadas para auxiliar crianças com dificuldades de leitura e escrita e, consequentemente, contribuir para a diminuição destas estatísticas? No artigo de hoje falaremos sobre isso. Continue a leitura!

Por que um aluno tem dificuldades de leitura e escrita?

Ver pequenos com dificuldades para ler e escrever é uma situação triste, afinal, é a leitura e a escrita que possibilita o aluno a conhecer o mundo mágico das histórias e explorar sua criatividade.

Além disso, esta situação pode causar perda de autoestima dos pequenos, além de fazer com que estas crianças possuam um desempenho escolar abaixo do esperado para a sua idade e capacidade intelectual.

De fato, existem diversos fatores que podem causar essa dificuldade com a leitura e a escrita. Além de transtornos específicos com a leitura (dislexia) e escrita (disortografia e disgrafia), outras possíveis causas podem ser:

  • Metodologia inadequada à necessidade daquela criança em específico;
  • Questões emocionais;
  • Dificuldades secundárias;
  • Outros diagnósticos, como Síndrome de Down, TEA e TDAH.

Técnicas para alunos com dificuldades de leitura e escrita

As ações pedagógicas direcionadas ao aluno com dificuldades de leitura e escrita devem, antes de tudo, ser direcionadas ao perfil do aluno, a fim de realmente atender às necessidades daquela criança.

Dessa forma, existem algumas técnicas que podem ser aplicadas, como as a seguir:

  • Crie um excelente ambiente alfabetizador, com situações de usos reais da leitura e da escrita;
  • O alfabeto deve ser apresentado de maneira lúdica, criativa e acessível ao toque;
  • Forneça atividades que peçam para que as crianças completem as letras faltantes;
  • Estimule a consciência fonológica da criança, trazendo a atenção para os sons das palavras e pedindo que o aluno as transcreva;
  • Use parlendas e cantigas com rima para trabalhar os sons das sílabas;
  • Para ensinar os números, utilize exemplos da rotina, despertando a curiosidade das crianças e construindo a relação entre números e quantidades;
  • Faça o aluno refletir sobre o objeto de estudo, colocando ele para mudar os diálogos da história ou para ouvir e recontar contos;
  • Convide o aluno a explorar todo o material escrito, seja ele revista, panfleto ou livro.

Quais outras adaptações os professores também podem fazer?

Além das estratégias mencionadas, existem algumas adaptações que os professores podem fazer em sala de aula para ajudar a diminuir as dificuldades, como:

  • Aplicar provas orais ao invés de escritas;
  • Tornar o uso do dicionário durante as atividades algo frequente;
  • Aumentar o tempo de realização das atividades;
  • Realizar correções de ortografias com regularidade;
  • Sempre que possível, separar minutos antes ou ao final das aulas para relembrar conceitos.

Como conhecer mais sobre esse tema?

Todas as abordagens que se referem à alfabetização são muito importantes, pois elas representam uma das bases do processo de aprendizagem. Com isso, a aquisição de conhecimento por meio da especialização é o melhor caminho.

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