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Olá, professores!

Primeiramente, lidar com o ano letivo em 2021 será um desafio para todos aqueles que trabalham na área educacional. Afinal, o ano de 2020 foi diferente de tudo o que se viu até então. No entanto, enquanto a sociedade aguarda ansiosamente pela vacina e pelo fim da pandemia do novo coronavírus, diferentes áreas precisam criar formas alternativas de continuar com a execução de suas atividades.

Diante das medidas de distanciamento social, muitas escolas optaram por criar canais de comunicação virtual com seus alunos, utilizando esse meio para propiciar às crianças o aprendizado na segurança de suas casas. Por outro lado, é preciso pensar em formas de criar protocolos para o retorno presencial, na retomada de atividades com os colegas, etc. Nesse sentido, a criação de metas e objetivos torna-se necessária para direcionar a condução de aulas, trabalhos pedagógicos e outras ações da maneira mais segura possível.

Como definir metas e objetivos?

Inicialmente, o corpo docente deve definir as metas e os objetivos para o ano letivo, tendo como base as diretrizes estabelecidas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Por meio desse documento, os professores têm a regulamentação da aprendizagem a ser praticada. A partir desses parâmetros, os educadores podem colocar o que precisam modificar; aumentar ou diminuir, no que diz respeito ao ensino das crianças.

Além disso, pensar em maneiras de tornar as aulas mais atrativas é uma alternativa interessante. Ou seja, criar formas de trabalhar os conteúdos de um jeito que a experiência dos pequenos seja a mais proveitosa possível. Em outras palavras, usar mais dinamismo durante as explicações e fazer desses encontros, presenciais ou virtuais, momentos de aprendizagem e também de curiosidade dos alunos.

Ademais, atentar-se às estratégias aplicadas em anos anteriores e refletir se foram eficazes ou não pode ser excelente. Para tanto, é necessário que haja um trabalho em conjunto dos professores para analisar resultados, demandas e outros detalhes determinantes no exercício da docência e, inclusive, no aprendizado dos alunos.    

Por que pensar em metodologias é necessário?

Antes de tudo, o sucesso do aprendizado de uma turma de alunos está direta e indiretamente ligado aos métodos utilizados em sala de aula. Com isso, a definição de metodologias eficientes deve estar dentro das metas e objetivos para um novo ano letivo.

Inclusive, a própria atuação dos educadores diante da transmissão do conhecimento diz muito sobre a maneira adotada para ensinar. De acordo com Veiga (2006 apud BRIGHENTI, BIAVATTI e SOUZA, 2015), o professor não é mais aquela figura que detém uma didática definida e com a função de apenas passar o conteúdo.

Além disso, destaca-se o seu papel de intermediador do aluno à informação. Com efeito, a pesquisadora revela que suas técnicas devem passar por um aprimoramento constante, fazendo com que os métodos e as metodologias se moldem de acordo com as necessidades que surgem (VEIGA, 2006 apud BRIGHENTI, BIAVATTI e SOUZA, 2015).

E as metas e objetivos para os meses que ainda estarão sob distanciamento social?

Em meio a tantas incertezas sobre a retomada das aulas presenciais em diferentes partes do Brasil e do mundo, muitos de vocês ainda devem estar com dúvidas acerca da modalidade de ensino remoto. Sem dúvida, os professores tiveram que se adaptarem ou readaptarem a uma forma de trabalho que até então só era praticado no ensino superior. De acordo com estudos, o formato híbrido tende a se tornar frequente, inclusive no período que suceder à pandemia.

Diante disso, é preciso pensar em metas e objetivos para os meses que virão, sobretudo do primeiro semestre de 2021. No entanto, deve-se refletir também nas formas adotadas por vocês para lidarem com as novas tecnologias; além da gestão do tempo; seu bem-estar e saúde mental para ter condições de ensinar de maneira plena e saudável.

Referências

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular, Portal MEC, 2017.

BRIGHENTI, Josiane; BIAVATTI, Vânia Tanira; SOUZA, Taciana Rodrigues. Metodologias de ensino-aprendizagem: uma abordagem sob a percepção dos alunos. Revista GUAL, Florianópolis, v. 8, n. 3, 2015.

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