As atividades psicomotoras estão intimamente relacionadas ao desenvolvimento infantil, uma vez que a criança passa por etapas de aquisição de habilidades e competências ao longo da escolarização. Com isso, é importante pensar em estratégias que possibilitem tanto o trabalho de professores quanto a participação desses alunos. Ou seja, criar maneiras de unir o ambiente pedagógico com o interesse do pequeno.

Por que as atividades psicomotoras são importantes?

Como visto acima, a utilização dessas atividades é fundamental para ajudar os alunos a se desenvolverem no contexto do processo de ensino e aprendizagem. No entanto, um detalhe faz toda a diferença: a criança aprende brincando.

Em outras palavras, o estímulo realizado por meio de práticas lúdicas contribui para a habilidade psicomotora dos pequenos. Portanto, as atividades lúdicas são fundamentais para que haja uma interação das crianças com seus colegas de sala e os adultos. Com efeito, elas praticam as brincadeiras e aprendem ao mesmo tempo.

Além disso, pesquisas revelam que o incentivo dessas atividades tende a propiciar uma contribuição para o aluno diante de uma possível dificuldade no decorrer de sua aprendizagem. Nesse sentido, não somente os aspectos físicos da criança são trabalhados – mas também os cognitivos – em prol do fortalecimento de suas funções intelectuais.

Dessa forma, tanto os jogos quanto as brincadeiras – e outras atividades que permitam uma série de descobertas pelos alunos – simbolizam um perfeito aliado ao desenvolvimento infantil. Nesse caso, nada melhor que listar atividades psicomotoras que auxiliem as crianças na esteira dessa importante fase de suas vidas.

Que atividades psicomotoras são essas?

Antecipadamente, podemos falar que são aquelas mesmas brincadeiras do nosso tempo de escola. Pode parecer estranho diante de tanta tecnologia, mas as atividades a serem listadas abaixo são atemporais e carregam a eficácia no processo do desenvolvimento infantil, com evidências científicas que atestam a sua veracidade. São elas:

Jogo da amarelinha: essencial para treinar o equilíbrio da criança em um pé só e trabalhar a coordenação motora;

Andar sobre uma linha reta desenhada no chão: além de lidar com o equilíbrio, o aluno também pode praticar tanto a coordenação motora quanto a identidade corporal;

Procurar bolinha de gude dentro de uma caixa de sapato com papeis amassados: importante atividade que trabalha com a lateralidade, coordenação motora fina e global; além da identidade corporal;

Empilhar copos: excelente exercício para estimular a coordenação motora fina e global; a identidade corporal também é potencializada;

Desenhar a si mesmo com canetas e tintas guache: além da importância de se trabalhar as habilidades sociais, essa brincadeira incentiva a criança a desenvolver a sua lateralidade e a coordenação motora fina e global;

Cabeça-ombro-joelho-e-pé: essa famosa dinâmica é muito utilizada, pois trabalha a identificação corporal, a atenção e o foco do aluno;

Escravos de Jó: essencial para treinar a orientação temporal e espacial da criança;

Jogo de estátua: essa antiga e infalível brincadeira ajuda no exercício do equilíbrio, orientação espacial e esquema corporal;

Jogo da corrida de saco ou sem obstáculo: atua também na orientação do aluno com seu espaço, equilíbrio e esquema corporal;

Pular corda: excelente atividade para se trabalhar a orientação no tempo e no espaço, além de equilíbrio e identificação corporal.

Qual o papel dos professores nas atividades psicomotoras?

Os professores desempenham uma importante participação no processo de desenvolvimento infantil. Afinal, as atividades psicomotoras precisam ser supervisionadas pelos educadores.

Além disso, os professores devem estabelecer uma rotina que propicie a dinâmica de atividades aliadas com as ações de ensino e aprendizagem. Aliás, esses profissionais também contam com a orientação da coordenação pedagógica para conversas frequentes acerca do planejamento das aulas e das atividades.

Outro detalhe que cabe ao professor é analisar o desenvolvimento do aluno de forma coletiva e individual. Nesse caso, a primeira análise reserva a sua importância no aspecto da interação social da criança por meio das atividades psicomotoras propostas. Já a segunda é voltada para a evolução da criança como um indivíduo único em um contexto pedagógico.

Como a família pode contribuir?

A família também tem uma participação essencial no processo do desenvolvimento infantil, sobretudo no âmbito das atividades psicomotoras. Em outras palavras, o ambiente doméstico funciona como uma excelente extensão da escola no que diz respeito à adoção de atividades lúdicas que visem à prática da psicomotricidade. Pular corda, brincar de amarelinha, entre outras práticas são muito simples e podem ser elaboradas em casa.

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